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Plano de formação 2026

Comunicação Positiva e Prevenção de Conflitos
Curso de Formação | E-learning
25 horas 02-11-2026 a 14-12-2026Plataforma Zoom / Moodle
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e do Ensino Secundário e Professores de Educação Especial
Saber mais...Numa época de grande tensão geral e em particular em redor da escola e do ensino, como a que vivemos, torna-se ainda mais necessário preparar e apetrechar os professores para um relacionamento interpessoal mais eficaz, fornecendo-lhes ferramentas para melhor gerirem a relação pedagógica, prevenirem situações de conflito e de tensão desnecessária e promoverem um clima relacional mais positivo com os diferentes actores do contexto educativo. Ferramentas de trabalho como a escuta-activa, a resposta empática ou a assertividade assumem-se como cruciais em qualquer contexto (pela possibilidade de diminuir a tensão e agressividade nas relações) e muito em particular no contexto educativo. Torna-se por demais evidente a necessidade de ajudar os docentes a reflectir sobre as suas próprias práticas e modos de comunicar/relacionar-se, no sentido de identificar formas alternativas e mais eficazes que lhes permitam desempenhar as suas funções de um modo mais tranquilo, mais produtivo e gerador de maior satisfação. Ferramentas estas que serão tão mais eficazes quanto maior for a colaboração e cooperação entre os docentes, numa lógica de trabalho em equipa e de sintonia de intervenção. A formação nas áreas comportamentais ou relacionais, necessita de uma intervenção continuada e de reforço, de forma a possibilitar a (auto)transformação e mudança de padrões de resposta e de relacionamento interpessoal por parte dos formandos, pelo que estes momentos de reflexão e partilha, com recurso à vivência e experienciação de situações, simuladas ou retiradas da vida real, constituem-se como fundamentais no processo de desenvolvimento pessoal e profissional de docentes e educadores.
Objetivos a atingir: Adquirir, treinar e reforçar as competências comportamentais que asseguram um melhor desempenho das funções de docência e promovem um clima de trabalho positivo no seio da escola, essencialmente ao nível da comunicação eficaz e da prevenção e gestão de conflitos - quer no relacionamento interpares quer na relação pedagógica e gestão da sala de aula; Treinar e reforçar a comunicação assertivia, a capacidade de escuta activa e a resposta empática, com vista a uma melhor gestão das relações interpessoais em contexto educativo; Identificar estratégias pedagógicas para o desenvolvimento destas competências relacionais nos alunos; Utilizar as técnicas de assertividade para promover um clima de trabalho produtivo, definir regras de relacionamento interpessoal positivo na sala de aula, prevenir a indisciplina e lidar com situações difíceis. Dotar os participantes de um corpo de conhecimentos que lhes permita, por um lado, reconhecer o conflito como parte integrante do desenvolvimento dinâmico da pessoa e do grupo onde se insere e, por outro, de técnicas e estratégias de actuação diversificadas face ao conflito em contexto escolar.
Conteúdos da ação: 1. Factores prévios à comunicação e ao relacionamento. Percepção do outro (enviesamentos, limitações, projecção, construção de imagens) Processo de categorização O poder das expectativas (o caso específico da educação; o exemplo do efeito Pigmaleão) Barreiras e enviesamentos da comunicação (o peso dos estereótipos e dos preconceitos; ideias falsas que conduzem a acções “verdadeiras”) 2. Os pilares do relacionamento interpessoal – saber escutar o outro / saber colocar-se no lugar do outro. Escuta activa, paráfrase e feedback (o caso específico da relação pedagógica; o poder pedagógico da escuta-activa) Perguntas de clarificação e aprofundamento da comunicação (a pergunta como método formativo) Empatia/ Como entender o ponto de vista do outro (mudança de referencial; combate ao etnocentrismo) Respostas empáticas (como o ir ao encontro do outro pode levar o outro ao nosso encontro) 3. A “cola” do relacionamento Interpessoal – a assertividade. Como ultrapassar as tendências passivas (Saber afirmar-se e exprimir-se; não ter receio de manifestar as suas ideias e opiniões) Como ultrapassar as tendências agressivas (Abertura, honestidade e respeito na comunicação; afirmar-se sem atacar o outro e respeitando-o) Como desenvolver e praticar a atitude Assertiva (mensagens do “eu” vs. “tu”; focar o comportamento, não a pessoa; a escolha das palavras; a importância da comunicação não verbal) Técnicas de comunicação assertiva em clima de tensão 4. A assertividade na relação pedagógica. A assertividade como forma de definir e manter a disciplina em contexto educativo A comunicação assertiva como prevenção de conflitos e da indisciplina 5. Prevenir para melhor gerir. Atitudes que escalam o conflito e atitudes facilitadoras da gestão de conflitos em contexto educativo O conflito em contexto educativo: causas, tipos, estratégias de gestão de conflitos. Abordagem ganha-ganha.

Práticas Pedagógicas inclusivas em sala de aula (e-learning)
Curso de Formação | E-learning
25 horas 22-10-2026 a 10-12-2026Plataforma TEAM's
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360
Saber mais...O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas práticas inclusivas em sala de aula, bem como novas metodologias que promovam as aprendizagens de todos os alunos. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo, a reflexão e a partilha desbravem o caminho e orientem todos os agentes educativos para as mudanças a realizar.
Esta ação de formação procura contribuir para uma reflexão crítica sobre os desafios da diversidade, bem como apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas ajustadas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professor melhor ensinante, definindo com maior acuidade as ações bem como as evidências a identificar em contexto de sala de aula.
Objetivos da ação
Explorar os documentos legislativos (DL n.º 54/2018 e 55/2018, PASEO, Aprend. Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas pedagógicas mais inclusivas
Consolidar o conhecimento sobre os modelos de enquadramento à operacionalização da educação inclusiva nas suas características essenciais
Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos (Desenho Universal para a Aprendizagem)
Aprofundar o conhecimento sobre metodologias e estratégias pedagógicas inclusivas e inovadoras
Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar–Planear–Agir– Rever para a inclusão
Promover a avaliação como parte integrante da gestão inclusiva do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens
Reforçar competências de trabalho colaborativo, reflexivo e de resolução de problemas entre os profissionais
Conteúdos da ação:
Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas
• Exploração de documentos legislativos (DL n.º 54/2018, DL n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e Aprendizagens Essenciais) de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre:
o os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação;
o a gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo;
o o recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos;
o a valorização da avaliação como parte integrante da gestão do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens;
o a voz dos alunos e das suas famílias, aumentando os seus níveis de participação.
Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas
• Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos.
• Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (Desenho Universal para a Aprendizagem).
Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula
• Gestão da diversidade em sala de aula atendendo à participação e aprendizagem efetivas de todos os alunos – partilha de práticas.
• Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico, que conciliem as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos.
Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem
• Caráter contínuo e sistemático da avaliação, ao serviço das aprendizagens, enquanto processo regulador do ensino e das aprendizagens.
• Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino.
• O feedback como uma das dimensões indispensáveis à aplicação prática da avaliação formativa na sala de aula.

Lisa Mateus Ferrinho

Trabalho Colaborativo no Ensino do Português
Oficina de formação | Presencial
50 horas 21-10-2026 a 19-05-2027Escola Secundária Jorge Peixinho
Saber mais...Os novos programas de Português e as metas curriculares, cuja extensão e exigência são reconhecidas, veio tornar ainda mais imperativas a articulação e a partilha entre os docentes desta disciplina. É urgente garantir a uniformização de procedimentos na operacionalização dos novos programas, promovendo, assim, uma efetiva articulação curricular tanto horizontal como vertical. É também urgente promover momentos de reflexão conjunta e de produção colaborativa de materiais pedagógicos sobre os aspetos mais problemáticos dos diversos domínios dos programas de Português.
Objetivos a atingir- Rentabilização do tempo de trabalho individual de cada docente.- Incrementação de hábitos de reflexão sobre as práticas pedagógicas.- Partilha e promoção de boas práticas pedagógicas.- Adoção de procedimentos uniformes na produção de materiais pedagógicos.- Elaboração, partilha e divulgação de materiais didáticos, metodologias e estratégias que possam ser úteis a todos os professores de Português.
Conteúdos da ação- Planificação de sequências/unidades didáticas.- Planificação de atividades letivas e não letivas.- Diversificação de estratégias de ação quer ao nível do ensino básico quer ao nível do ensino secundário.- Utilização das chamadas novas tecnologias na sala de aula.- Construção de materiais didáticos e pedagógicos e sua aplicação em sala de aula.- Análise e reformulação dos materiais produzidos.
Maria Dulce Pereira

A Inteligência Artificial em contexto escolar: Aplicações Concretas nas práticas Pedagógicas
Curso de Formação | B-Learning
25 horas 20-10-2026 a 10-12-2026Sessões Presenciais (Escola Secundária Poeta Joaquim Serra) - Sessões Síncronas (Teams/Moodle)
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Saber mais...A transformação digital na educação não é apenas um desafio — é uma oportunidade decisiva para promover aprendizagens significativas, personalizadas e alinhadas com os desafios da escola atual. A Inteligência Artificial (IA) tem o potencial de ajudar a transformar as práticas educativas. A integração crítica e estratégica das novas tecnologias e da IA pode ser um passo qualitativo de transformação das dinâmicas de aprendizagem, das metodologias usadas e de práticas avaliativas inovadoras, tornando-as mais inclusivas, participativas e alinhadas com o PASEO e as exigências da escola de hoje e do futuro. Atualmente, os LED são também uma oportunidade, em termos de espaço e ferramentas, para a implementação de cenários de aprendizagem com recurso à IA.
Objetivos: Experimentar ferramentas de IA aplicadas à educação e à avaliação. Conceber e experimentar estratégias metodológicas com integração da IA. Analisar criticamente o impacto da IA nas aprendizagens. Desenvolver recursos pedagógicos personalizados com apoio da IA. Planificar e implementar momentos de avaliação formativa assistida por IA.
Conteúdos da ação: 1. Explorar para Compreender: Introdução à IA na Educação Breve enquadramento teórico e contextual. Reflexão sobre mitos da IA. Debate orientado: “IA na Educação – ameaça ou oportunidade?” 2. Ferramentas de IA Generativa para Apoio ao Ensino e Aprendizagem Exploração orientada de ferramentas (ChatGPT, Gemini, Curipod… etc.). Dinâmica: Rotação por estações com desafios específicos (ex: “Criar um plano de aula com IA”, “Gerar um quiz personalizado”, “Desenhar um recurso visual com IA”). Partilha em grande grupo das soluções criadas. 3. A IA nas Metodologias Ativas Análise de exemplos práticos de integração da IA em metodologias como aprendizagem por projeto, sala de aula invertida, aprendizagem baseada em problemas. Laboratório Pedagógico: Criação colaborativa de um cenário de aprendizagem com incorporação de IA. Peer review das propostas. 4. Avaliação com IA: Formativa e Personalizada Exploração de ferramentas que apoiam a avaliação Estudo de exemplos práticos: como detetar plágio com IA ( Turnitin; Ephorus, Copy tracker, Copyscape, Praise, etc...) / como gerar feedback automatizado. Sessão prática: Planear uma atividade de avaliação com apoio da IA. 5. Ética, Privacidade e Pensamento Crítico na Utilização da IA Dilemas Éticos com IA em contexto escolar. Elaboração de um mini código de conduta para uso responsável da IA com alunos. Discussão orientada: “Que lugar damos ao pensamento crítico e à criatividade na era da IA?”.

José Jorge Ferreira

Nuno Jorge Lavrado

Inteligência Artificial em Educação - Práticas, desafios e ferramentas
Curso de Formação | E-learning
25 horas 16-10-2026 a 04-12-2026on-line (plataforma zoom)
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Saber mais...Com o surgimento do ChatGPT o tema da Inteligencia Artificial (IA), está cada vez mais presente em toda a nossa vida, tendo um impacto especial a nivel da educação, dos nossos alunos e do tema da avaliação. Nesse sentido é importante que os professores estejam cada vez mais familiarizados com o conceito, o seu potencial e utilização para puderem por um lado tirar proveito das mesmas, por outro conseguirem gerir ou minimizar o seu impacto na dinamica "normal" de sala de aula.
Objetivos: 1 - Compreender o conceito de IA 2 - Desmistificar algumas ideias associadas a IA, refletindo sobre os verdadeiros riscos e como os minimizar 3 - Conhecer um conjunto de ferramentas associadas a IA em várias dimensões 4 - Explorar boas práticas no uso das ferramentas de IA 5 - Debater sobre o impacto da IA na Educação, e como as integrar minimizando o seu impacto, inovando as nossas próprias práticas.
Conteúdos da ação: 1 Sessão (3horas) - Sincrona • Apresentação da estrutura da formação • Ambientação a plataforma Moodle que irá ser usada na formação • Conceito de “Inteligência Artificial (IA)”- O que é… O que não é… o que pode ser… • Exemplos de ferramentas e boas práticas 2 Sessão (3horas) - Sincrona • A fiabilidade (ou não) das ferramentas de IA • Conceito de “prompt” e a sua importância • Atividade prática de verificação da veracidade dos resultados do ChatGPT 3 Sessão (3 horas) - Sincrona • ChatGPT o Como usar o Como evitar o uso indevido o Parametros do prompt (format, role, tones) o Comparação de resultados de prompts simples e complexas • Discussão sobre o conceito e instrumentos de avaliação e o impacto do ChatGPT 4 Sessão (3 horas) - Sincrona • Mais vida além do ChatGPT o Educaide o You.com o Summarize.Tech o Zoom AI • Atividade prática usando o ChatPDF 5 Sessão (3 horas) - Sincrona • Outras dimensões de ferramentas de IA generativas • Imagem o Criação de logos - https://looka.com/ o Geração de imagens – Leonardo.ai + Dalle2 • Video o https://fliki.ai/ o https://invideo.io/ • Audio o https://play.ht/ o https://murf.ai/ 6 Sessão (3 horas) - Sincrona • Atividade prática de criação de conteúdo usando ferramentas apresentadas na sessão anterior 7 Sessão (3 horas) - Sincrona • Utilizações inovadoras de ferramentas de AI o Exemplos ChatGPT – ChatGPT como aluno e não como professor o Riff.ai - https://riffbot.ai/demo/ • Ferramenta de criação de Chatbot - https://mizou.com/ 8 Sessão (4 horas) - Sincrona • Partilha e apresentação dos materiais produzidos ao longo da formação • Balanço da formação • Debate sobre o impacto da IA • Avaliação da formação.

João Miguel Mouro

A Inteligência Artificial em contexto escolar: Aplicações Concretas nas práticas Pedagógicas
Curso de Formação | B-Learning
25 horas 15-10-2026 a 03-12-2026Sessões Presenciais (Escola Secundária Poeta Joaquim Serra) - Sessões síncronas (TEAM's/Moodle)
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Saber mais...A transformação digital na educação não é apenas um desafio — é uma oportunidade decisiva para promover aprendizagens significativas, personalizadas e alinhadas com os desafios da escola atual. A Inteligência Artificial (IA) tem o potencial de ajudar a transformar as práticas educativas. A integração crítica e estratégica das novas tecnologias e da IA pode ser um passo qualitativo de transformação das dinâmicas de aprendizagem, das metodologias usadas e de práticas avaliativas inovadoras, tornando-as mais inclusivas, participativas e alinhadas com o PASEO e as exigências da escola de hoje e do futuro. Atualmente, os LED são também uma oportunidade, em termos de espaço e ferramentas, para a implementação de cenários de aprendizagem com recurso à IA.
Objetivos: Experimentar ferramentas de IA aplicadas à educação e à avaliação. Conceber e experimentar estratégias metodológicas com integração da IA. Analisar criticamente o impacto da IA nas aprendizagens. Desenvolver recursos pedagógicos personalizados com apoio da IA. Planificar e implementar momentos de avaliação formativa assistida por IA.
Conteúdos da ação: 1. Explorar para Compreender: Introdução à IA na Educação Breve enquadramento teórico e contextual. Reflexão sobre mitos da IA. Debate orientado: “IA na Educação – ameaça ou oportunidade?” 2. Ferramentas de IA Generativa para Apoio ao Ensino e Aprendizagem Exploração orientada de ferramentas (ChatGPT, Gemini, Curipod… etc.). Dinâmica: Rotação por estações com desafios específicos (ex: “Criar um plano de aula com IA”, “Gerar um quiz personalizado”, “Desenhar um recurso visual com IA”). Partilha em grande grupo das soluções criadas. 3. A IA nas Metodologias Ativas Análise de exemplos práticos de integração da IA em metodologias como aprendizagem por projeto, sala de aula invertida, aprendizagem baseada em problemas. Laboratório Pedagógico: Criação colaborativa de um cenário de aprendizagem com incorporação de IA. Peer review das propostas. 4. Avaliação com IA: Formativa e Personalizada Exploração de ferramentas que apoiam a avaliação Estudo de exemplos práticos: como detetar plágio com IA ( Turnitin; Ephorus, Copy tracker, Copyscape, Praise, etc...) / como gerar feedback automatizado. Sessão prática: Planear uma atividade de avaliação com apoio da IA. 5. Ética, Privacidade e Pensamento Crítico na Utilização da IA Dilemas Éticos com IA em contexto escolar. Elaboração de um mini código de conduta para uso responsável da IA com alunos. Discussão orientada: “Que lugar damos ao pensamento crítico e à criatividade na era da IA?”.

José Jorge Ferreira

Nuno Jorge Lavrado

Inovação e Recursos Pedagógicos na dinâmica de sala de aula
Curso de Formação | B-Learning
25 horas 13-10-2026 a 06-11-2026Sessões presenciais- AEM; Sessões on-line - Plataforma TEAMS
Professores dos grupos de recrutamento 100 e 110
Saber mais...Face à necessidade de inovação educativa e ao papel fundamental da prática pedagógica na educação, esta formação promove práticas pedagógicas atualizadas e desenvolvimento de recursos educativos inovadores. Através de uma abordagem integrada e prática, a ação contribui para o desenvolvimento de competências didáticas, pedagógicas, expressivas e criativas dos docentes. Alinhada com uma intervenção didática mais significativa, explorando recursos, técnicas e metodologias adequadas ao ensino e práticas contemporâneas.
Objetivos: -Explorar metodologias ativas com suporte inovador, promovendo práticas centradas no aluno.-Conhecer e aplicar recursos pedagógicos inovadores que favoreçam a diferenciação pedagógica.- Criar atividades e instrumentos que promovam a autonomia e o pensamento crítico dos alunos.- Integrar estratégias pedagógicas inovadoras e emergentes no planeamento e avaliação das aprendizagens.- Desenvolver propostas pedagógicas sustentadas na criatividade, cooperação e resolução de problemas.
Conteúdos da ação • Módulo 1 – Planeamento Criativo com Estratégias pedagógicos inovadoras (4h presenciais)- Design de aprendizagens personalizadas- Planeamento visual e colaborativo de aulas- Estratégias de organização e organização de ideias (ex: mapas mentais, quadros colaborativos) • Módulo 2 – Recursos Visuais e Multimédia na Educação (4h presenciais)- Criação de materiais gráficos e visuais e expressivos- Desenvolvimento de apresentações dinâmicas e recursos colaborativos- Estratégias pedagógicas de narrativas criativas e narrativa visual no ensino • Módulo 3 – Dinâmicas Pedagógicas com Simuladores e estratégias pedagógicas Interativas (4h presenciais)- Simulações, quizzes pedagógicos- Exploração de ambientes de aprendizagem formativa- Avaliação formativa com ferramentas inovadoras • Módulo 4 – Escrita Criativa e Produção Textual com Apoio Digital (4h presenciais)- Técnicas de escrita assistida- Geração de propostas de redação com base em estímulos criativos- Planeamento e organização de ideias com estratégias de apoio • Módulo 5 – Acompanhamento Diferenciado e Avaliação Inovadora (9h)- Criação de rubricas e critérios de avaliação estruturados- Feedback personalizado em contextos pedagógicos criativos- Monitorização do progresso dos alunos com estratégias pedagógicos inovadores de observação- Portefólios pedagógicos inovadores e autoavaliação guiada.

Ana Paula Muacho

Promoção de competências socioemocionais Capacitação de professores
Curso de Formação | Presencial
12 horas 09-10-2026Escola Secundária Jorge Peixinho
Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário
Saber mais...Acompanhado a exigência de que no ensino há necessidade de se criarem espaço promotores do desenvolvimento das crianças e jovens, este curso de formação pretende constituir uma resposta para a capacitação dos professores para lidarem com os desafios de saúde mental dos jovens e adolescentes e franco recrudescimento. A OMS (2020) refere que a doença mental é uma importante causa de morbilidade durante a adolescência, sendo a principal causa de disfuncionalidade nesta faixa etária. Neste sentido, uma redução nos níveis de saúde mental na população adolescente pode conduzir a um aumento dos comportamentos de risco, ao surgimento e maior frequência de comportamentos Auto lesivos, ao consumo de substâncias e até à violência. Sabe-se ainda que a perturbação da regulação emocional, a impulsividade, as estratégias de coping desadaptativas, a irritabilidade e a depressão são as principais motivações para a procura de serviços de saúde mental infantojuvenis (APA, 2013). Tal como referem Rocha, Rufato e Rossetto (2022), as relações sociais interferem no desenvolvimento da personalidade do indivíduo tanto nos seus aspetos saudáveis, como nos seus aspetos patológicos. Ora, o professor é na escola um dos principais agentes de socialização da criança e do jovem, tendo um papel fundamental na identificação de mal-estar psíquico e na intervenção promotora de saúde mental ou reabilitante da doença mental junto dos seus alunos. Sendo assim, esta proposta diz respeito à implementação de um programa de capacitação de professores para o treino de competências socio emocionais para si e para os alunos das suas turmas, particularmente na faixa etária entre os 12 e os 18 anos.
Objetivos: Criar ambientes seguros e de apoio que promovam o bem-estar, o desenvolvimento pessoal e a aprendizagem; • Ajudar os jovens a desenvolverem competências socioemocionais eficazes e a compreenderem o seu próprio comportamento; • Ajudar os jovens a construir relações positivas com os outros e com o meio ambiente • Sinalizar e referenciar às estruturas adequadas os jovens e famílias em risco do ponto de vista da sua saúde mental e do bem-estar; • Proporcionar momentos de consultoria em saúde mental para agentes educativos; • Encorajar a utilização da filosofia do Social Emocional Learning pelo corpo docente quer ao nível da relação professor aluno quer criando a possibilidade de aplicação do projeto de Educação para a Saúde Mental Escolar baseada no Social Emotional Learning de acordo com os recursos do agrupamento de escolas.
Conteúdos da ação: 1ª sessão – Desenvolvimento humano e particularidades da infância e adolescência: • Teorias psicológicas do desenvolvimento humano; • Desafios mais frequentes nas várias etapas do desenvolvimento da infância e adolescência; • A construção da identidade na adolescência; • Adolescência e sexualidade; • Exercícios experienciais na compreensão dos desafios nas várias etapas. 2ª sessão – A saúde mental na adolescência: caracterização, principais desafios, principais intervenções de promoção da saúde mental na adolescência: • Caracterização da saúde mental na adolescência; • Principais problemas de saúde mental na adolescência; • Fatores de risco e fatores predisponentes de doença mental; • As implicações da pandemia; • Estruturas de referenciação dos adolescentes com alteração da saúde mental na comunidade; • Estudos de caso e roleplaying. 3ª sessão – Competências sócioemocionais • Definição do conceito e relevância no contexto escolar; • Metodologias ativas de aprendizagem; • Emoções académicas e autorregulação na aprendizagem; • Comunicação inclusiva e comunicação não violenta; • Treino experiencial de competências socio emocionais.

Luiza Maria Benatti

IA e Ética: desafios e oportunidades
Curso de Formação | E-learning
25 horas 08-10-2026 a 26-11-2026Plataforma Zoom
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial
Saber mais...A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente nas nossas vidas, tornando-se uma componente fundamental da sociedade atual. À medida que a IA evolui, surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada e quais são seus possíveis impactos na sociedade. Ao adotar a IA na educação, é fundamental considerar essas questões éticas e garantir que os sistemas de IA sejam projetados e implementados com responsabilidade, transparência e equidade, com o objetivo de melhorar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos. Com esta ação, pretende-se que os formandos desenvolvam propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas ferramentas.
Objetivos:
Conhecer alguns dos conceitos sobre IA; Identificar diferentes tipos de IA; Conhecer diferentes aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras); Debater e refletir sobre os aspetos da IA e a Ética em contexto educativo; Identificar os grandes inconvenientes da IA; Desenvolver propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas temáticas.
Conteúdos da ação: Módulo 1 | Introdução à IA 1.1 Definição e história da IA 1.2 Conceitos sobre IA 1.3 Exploração dos diferentes tipos de IA Módulo 2 | Aplicações Generativas suportadas por IA. 2.1 O que são aplicações generativas suportadas por IA? 2.2 Exemplos de aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras). 2.3 Exploração de ferramentas IA generativas em contexto educativo. Módulo 3 | IA e a Ética 3.1 Introdução à Ética da IA: Exploração dos princípios éticos e morais envolvidos no desenvolvimento, implementação e uso da IA. 3.2 Quais os grandes inconvenientes da IA? 3.3 Recomendações para o seu uso em contexto educativo. Módulo 4 | Projeto Educativo envolvendo IA generativa 4.1 Definição de objetivos do projeto educativo de IA generativa e escolha do domínio criativo. 4.2 Experimentação e iteração com a(s) ferramenta(s). 4.3 Reflexão ética e social. Módulo 5 |Avaliação e Reflexão 5.1. Apresentação, partilha e reflexão sobre as propostas de planos de intervenção desenvolvidos pelos formandos.

João Miguel Mouro

Produção de materiais para o ensino do PLNM
Curso de Formação | B-Learning
25 horas 01-10-2026Sessões Presenciais: Escola Secundária Jorge Peixinho; Sessões On-line: Plataforma Teams
Professores dos grupos 110,200, 210, 220 e 300
Saber mais...O estudo “Avaliação de impacto e medidas prospetivas para a oferta do Português Língua Não Materna (PLNM) no Sistema Educativo Português”, http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/EBasico/PLNM/estudo_plnm.pdf, revela graves lacunas na formação dos docentes, no que concerne o ensino do Português como Língua Não Materna. Constata-se que 84% dos professores que lecionam o PLNM não têm formação específica em ensino do PLNM (página 38 do estudo). Estas lacunas de formação na área estendem-se aos coordenadores de PLNM (página 38 do estudo), sendo que 83% dos coordenadores de PLNM não têm formação específica nesta área.
Por si só, as lacunas formativas acima referidas constituem, no nosso entender, razões suficientes para a criação desta formação, porém, os problemas relacionados com o ensino do PLNM agravam-se à medida que progredimos na leitura do estudo, nomeadamente a dualidade de critérios na implementação do PLNM ou as taxas de insucesso escolar que, em alguns casos, chegam perto dos 40% (página 31 do estudo). Para além dos aspetos referidos no estudo, também devemos considerar o recente fenómeno de imigração, que origina um aumento da população escolar falante de PLNM. Deste modo, torna-se fundamental disponibilizar uma oferta formativa de qualidade, que permita preparar os docentes para esta realidade.
Objetivos:
No final do curso de formação, os formandos deverão ser capazes de: (1) Distinguir conceitos essenciais e relacioná-los com situações reais; (2) Conduzir o processo de sinalização dos alunos falantes de PLNM; (3) Identificar e interpretar o suporte legislativo; (4) Relacionar o suporte legislativo com casos reais; (5) Reconhecer a importância e utilidade do Quadro Europeu Comum de Referência para as línguas; (6) Identificar os diferentes níveis de proficiência linguística; (7) Reconhecer a importância e utilidade do Portfolio Europeu de Línguas; (8) Produzir e adaptar materiais didáticos para o desenvolvimento da compreensão e expressão oral e da compreensão e expressão escrita, adequados ao perfil sociolinguístico dos alunos.
Conteúdos da ação:
1 – Conceitos fundamentais: português língua materna, português língua segunda, português língua estrangeira, português língua de herança, português língua oficial, português língua nacional, português língua de escolarização, português língua não materna;
2 – Análise do suporte legislativo;
3 – O Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas;
4 – O Portefólio Europeu de Línguas;
5 – O perfil sociolinguístico;
6 – Orientações metodológicas para o trabalho de compreensão e produção oral;
7 – Orientações metodológicas para o trabalho de compreensão e produção escrita;
8 – Modelo de percurso didático.

Tiago Miguel Machete

Suporte Básico de Vida e Primeiros Socorros em Contexto Escolar
Curso de Formação | Presencial
25 horas 30-09-2026 a 26-10-2026Escola Secundária Jorge Peixinho
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Saber mais...Os acidentes, lesões ou doenças podem acontecer subitamente. O conhecimento de Primeiros Socorros assim como das técnicas de Suporte Básico de Vida, são de uma importância vital para a vítima. A Escola é um local onde amiúde acontecem situações como as descritas anteriormente pelo que a formação nesta área para Professores (e não só) torna se imprescindível, para toda a comunidade educativa. Assim esta ação torna-se premente face à evolução das enologias de resposta aos contextos escolares que exigem suporte básico de vida e primeiros socorros eficazes, ação que cumpre estes objectivos procurando também ir ao encontro da exigência e apelo dos próprios professores que sentem necessidade de adquirir competências que lhe permitam agir numa situação de emergência na escola e na sua vida quotidiana.
Objetivos a atingir: O curso permitirá que o professor crie e desenvolva as suas competências em suporte básico de vida e primeiros socorros, pela concretização dos seguintes pressupostos: Interpretar e descrever a cadeia de sobrevivência. Identificar sinais vitais relacionados com a paragem cardiorrespiratória (PCR) e AVC. Descrever, interpretar e aplicar técnicas de Suporte Básico de Vida (SBV) de acordo com o algoritmo em vigor. Identificar e reconhecer os sinais de obstrução da via aérea por corpo estranho. Identificar, interpretar e aplicar técnicas de permeabilização/libertação das vias aéreas segundo o algoritmo em vigor. Conhecer e aplicar os procedimentos dos primeiros socorros em situação de hemorragias, feridas, queimaduras, lesões na cabeça, pescoço e/ou tronco, lesões nos ossos, músculos e articulações e intoxicações.
Conteúdos da ação: O curso de formação, tem um total de 25 horas, as quais serão distribuídas pelos seguintes conteúdos: -Apresentação Documentação Ice Breaking Games Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM) e Princípios Básicos do Socorrismo • Os 4 Passos em Primeiros Socorros • SUPORTE BÁSICO DE VIDA • Verificação da Consciência • Abertura das vias aéreas • Verificação da Ventilação • Compressões Torácicas (RCP) • Posição Lateral de Segurança (PLS) • Bebés e crianças • Obstrução da via aérea • PRIMEIROS SOCORROS • Hemorragias • Hemorragias pelo nariz • Feridas • Queimaduras • (revisão de conteúdos) • PRIMEIROS SOCORROS • Lesões na cabeça (TCE) • Lesões no Pescoço e/ou no Dorso (TVM) • Lesões nos ossos, músculos ou articulações • Imobilizações • PRIMEIROS SOCORROS • Intoxicações • Dor Precordial (EAM) • Acidente Vascular Cerebral (AVC) • Prevenção de doenças vasculares • Revisão dos Conteúdos • Simulações práticas • Análise de casos práticos e ocorrências quotidianas • Avaliação

Sandra Marta Nóbrega

AUDIÇÃO MUSICAL PARTICIPADA - Uma Estratégia para a Apreciação Musical em Sala de Aula
Ação de curta duração | Presencial
4 horas 24-09-2026Auditório da Escola Secundária Jorge Peixinho
Professores do GR: 100, 110, 240, 250, 600, 610, 910, e/ou outros docentes interessados
Saber mais...Formador: Professor Miguel Nabais Pernes
Graus académicos: Mestre
Objetivos: Para além do objetivo geral de partilha, reflexão e simulação de processos e estratégias de trabalho para as valências do Pré-Escolar e do Ensino Básico no domínio da Sensibilização para a Música Erudita, estabelecem-se os seguintes objetivos específicos:
(1) apresentar formas de estruturação de estratégias de trabalho nos vértices da audição, interpretação e criação, como pontos-chave para uma educação musical plena, a pretexto da exploração dos repertórios construídos para este fim;
(2) garantir uma apropriação dos impactos da Audição Musical Ativa e Participada no âmbito do desenvolvimento de competências para a compreensão musical da criança;
(3) partilhar ferramentas de trabalho consistentes para a exploração de repertórios ricos de conteúdo e para a construção autónoma de abordagens paralelas por parte dos profissionais da educação. Programa temático da ação: A ação de formação de curta duração proposta diferencia-se por apresentar ao vivo o repertório do Quinteto de Cordas da Orquestra Sinfónica de Lisboa. Serão 4 horas frutíferas - 2 horas de contexto teórico, onde se explica de forma académica e fundamentada os benefícios da Audição Musical Participada do ponto de vista das aprendizagens significativas, comparativamente a abordagens tradicionais + 2 horas de prática simulada, onde se desenvolvem atividades contributivas para a compreensão da estrutura de uma peça musical como um objeto artístico uno e lógico - que terminarão com a apresentação da Aula-Concerto do Quinteto de Cordas. Os formandos presentes compreenderão através da experiência ao vivo, aquilo que nunca um projeto escrito proporcionará, por muito que se muna de registos audiovisuais.

Trabalhar em Projeto de Forma Cooperativa
Curso de Formação | B-Learning
30 horas 23-09-2026Sessões Presenciais: Escola Secundária Jorge Peixinho; Sessões On-line: Plataforma Teams
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Saber mais...O uso de metodologias ativas de aprendizagem em sala de aula criam oportunidades para os alunos desenvolverem competências do século XXI: colaboração, comunicação, pensamento crítico e uso das novas tecnologias. Estas competências devem ser explicadas mas é essencial que os alunos as ponham em prática, através das tarefas e atividades propostas. O objetivo das metodologias ativas não é tanto a transmissão de conhecimentos, mas sim a colocação em prática desses conhecimentos com um determinado objetivo. O ensino por projetos é uma estratégia imprescindível para conseguir uma aprendizagem escolar significativa, sólida e permanente em todos e em cada um dos nossos alunos. Mas, além disso, o trabalho por projetos proporciona aprendizagens relevantes e funcionais, não só nos alunos, mas também na equipa docente e nos agentes externos que protagonizam a experiência.
Objetivos:
Promover a apropriação do Currículo Nacional (visão e implicações práticas) pelos diferentes intervenientes no processo educativo. • Melhorar o conhecimento em torno das diferentes conceções de currículo e formas de operacionalização. • Promover a generalização da implementação do trabalho interdisciplinar. • Capacitar os docentes para a implementação de metodologias de aprendizagem centradas nos alunos. • A ESPN iniciou no ano letivo 2022/23 um projeto que visa mudar a metodologia de trabalho em sala de aula, privilegiando as metodologias de trabalho cooperativo e a interdisciplinaridade, implementando DAC através do trabalho de projeto.
Conteúdos:
A aprendizagem cooperativa constitui um recurso educativo poderoso para uma mudança de paradigma no contexto educativo, associado a um movimento transformacional das práticas pedagógicas e organizacionais previstas nos Decretos-Leis N.º 54/2018 e 55/2018, de 6 de julho. A presente ação visa capacitar os docentes para a implementação de metodologias ativas e de aprendizagem cooperativa em sala de aula. Assim, os conteúdos da ação incidirão nos tópicos seguintes:- Apresentação em contexto de um conjunto de métodos que permitem organizar e conduzir o ensino e a aprendizagem na sala de aula, de modo a que os alunos assumam diferentes papéis e aprendam a partilhar entre si o conhecimento, as tarefas e as estratégias que conduzem à aprendizagem. - Organização de atividades cooperativas em pequenos grupos heterogéneos, dentro do mesmo espaço de aprendizagem, para fomentar, de forma intencional, uma visão integradora dos princípios, valores e áreas de competência do PASEO, articulando com as Aprendizagens Essenciais e a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, no sentido de recuperar e melhorar a qualidade das aprendizagens dos alunos.- Familiarização dos docentes com o modelo pedagógico da Aprendizagem Cooperativa que é sustentado em cinco fundamentos: i) interdependência positiva, ii) responsabilidade individual e de grupo, iii) interação estimuladora face a face, iv) competências interpessoais, v) avaliação grupal e individual em todas as suas vertentes.- Planificação de unidades didáticas, baseadas na implementação de métodos ativos, motivadores e inclusivos, que se constituem como uma das respostas de sucesso para a recuperação e consolidação das Aprendizagens Essenciais e das diferentes áreas de competência do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO).
Nota Informativa: As ações de formação realizadas em regime a distância (e-learning e b-learning), os formandos devem utilizar equipamento de acesso e comunicação, que disponha de um microfone e uma câmara, que deve estar ligada durante as sessões dinamizadas por videoconferência. ( n.º 3 do artigo 22º do Regulamento Interno do Cenforma).

Maria Luísa Mantas

A Inteligência Artificial em contexto escolar: Aplicações Concretas nas práticas Pedagógicas
Oficina de formação | B-Learning
50 horas 23-09-2026 a 09-12-2026Sessões Presenciais (Escola Secundária Poeta Joaquim Serra) - Sessões síncronas (TEAM's/Moodle)
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Saber mais...A transformação digital na educação não é apenas um desafio — é uma oportunidade decisiva para promover aprendizagens significativas, personalizadas e alinhadas com os desafios da escola atual. A Inteligência Artificial (IA) tem o potencial de ajudar a transformar as práticas educativas. A integração crítica e estratégica das novas tecnologias e da IA pode ser um passo qualitativo de transformação das dinâmicas de aprendizagem, das metodologias usadas e de práticas avaliativas inovadoras, tornando-as mais inclusivas, participativas e alinhadas com o PASEO e as exigências da escola de hoje e do futuro. Atualmente, os LED são também uma oportunidade, em termos de espaço e ferramentas, para a implementação de cenários de aprendizagem com recurso à IA.
Objetivos a atingir:
Experimentar ferramentas de IA aplicadas à educação e à avaliação. Conceber e experimentar estratégias metodológicas com integração da IA. Analisar criticamente o impacto da IA nas aprendizagens. Desenvolver recursos pedagógicos personalizados com apoio da IA. Planificar e implementar momentos de avaliação formativa assistida por IA.
Conteúdos da ação
1. Explorar para compreender: Introdução à IA na Educação. Breve enquadramento teórico e contextual. Reflexão sobre mitos da IA. Debate orientado: “IA na Educação – ameaça ou oportunidade?”
2. Ferramentas de IA Generativa para Apoio ao Ensino e Aprendizagem Exploração orientada de ferramentas (ChatGPT, Gemini, Curipod, etc.). Dinâmica: Rotação por estações com desafios específicos (ex: “Criar um plano de aula com IA”, “Gerar um quiz personalizado”, “Desenhar um recurso visual com IA”). Partilha em grande grupo das soluções criadas.
3. A IA nas Metodologias Ativas Análise de exemplos práticos de integração da IA em metodologias como aprendizagem por projeto, sala de aula invertida, aprendizagem baseada em problemas. Laboratório Pedagógico: Criação colaborativa de um cenário de aprendizagem com incorporação de IA. Peer review das propostas.
4. Avaliação com IA: Formativa e Personalizada Exploração de ferramentas que apoiam a avaliação Estudo de exemplos práticos: como detetar plágio com IA ( Turnitin; Ephorus, Copy tracker, Copyscape, Praise, etc...) / como gerar feedback automatizado. Sessão prática: Planear uma atividade de avaliação com apoio da IA.
5. Ética, Privacidade e Pensamento Crítico na Utilização da IA Dilemas Éticos com IA em contexto escolar. Elaboração de um mini código de conduta para uso responsável da IA com alunos. Discussão orientada: “Que lugar damos ao pensamento crítico e à criatividade na era da IA?”.
INFORMAÇÃO: Cada formando deverá levar o seu Computador Portátil como ferramenta de trabalho.
Os Critérios de Seleção para a frequência de formação no Cenforma, são operacionalizados com base na seguinte escala:
* São admitidos em 1º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas so Cenforma, por indicação das direções dos AE/ENA, nos casos em que existam projetos de formação centrados na(a) escola(s).
* São admitidos em 2º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas ao Cenforma, por ordem de inscrição;
* São admitidos em 3º lugar, os docentes em exercício de funções noutras escolas públicas, por ordem de inscrição.
(Critérios aprovados em reunião de conselho de diretores de 4 de março de 2025).

José Jorge Ferreira

Nuno Jorge Lavrado

Práticas Pedagógicas inclusivas em sala de aula (e-learning)
Curso de Formação | E-learning
25 horas 22-09-2026 a 10-11-2026Plataforma TEAM's
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360
Saber mais...O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas práticas inclusivas em sala de aula, bem como novas metodologias que promovam as aprendizagens de todos os alunos. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo, a reflexão e a partilha desbravem o caminho e orientem todos os agentes educativos para as mudanças a realizar.
Esta ação de formação procura contribuir para uma reflexão crítica sobre os desafios da diversidade, bem como apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas ajustadas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professor melhor ensinante, definindo com maior acuidade as ações bem como as evidências a identificar em contexto de sala de aula.
Objetivos da ação
Explorar os documentos legislativos (DL n.º 54/2018 e 55/2018, PASEO, Aprend. Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas pedagógicas mais inclusivas
Consolidar o conhecimento sobre os modelos de enquadramento à operacionalização da educação inclusiva nas suas características essenciais
Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos (Desenho Universal para a Aprendizagem)
Aprofundar o conhecimento sobre metodologias e estratégias pedagógicas inclusivas e inovadoras
Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar–Planear–Agir– Rever para a inclusão
Promover a avaliação como parte integrante da gestão inclusiva do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens
Reforçar competências de trabalho colaborativo, reflexivo e de resolução de problemas entre os profissionais
Conteúdos da ação:
Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas
• Exploração de documentos legislativos (DL n.º 54/2018, DL n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e Aprendizagens Essenciais) de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre:
o os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação;
o a gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo;
o o recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos;
o a valorização da avaliação como parte integrante da gestão do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens;
o a voz dos alunos e das suas famílias, aumentando os seus níveis de participação.
Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas
• Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos.
• Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (Desenho Universal para a Aprendizagem).
Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula
• Gestão da diversidade em sala de aula atendendo à participação e aprendizagem efetivas de todos os alunos – partilha de práticas.
• Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico, que conciliem as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos.
Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem
• Caráter contínuo e sistemático da avaliação, ao serviço das aprendizagens, enquanto processo regulador do ensino e das aprendizagens.
• Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino.
• O feedback como uma das dimensões indispensáveis à aplicação prática da avaliação formativa na sala de aula.

Lisa Mateus Ferrinho

Práticas colaborativas e Recursos Educacionais Abertos no 1.º ciclo do ensino básico em contextos híbridos de aprendizagem
Oficina de formação | B-Learning
50 horas 22-09-2026 a 15-12-2026Escola Secundária Jorge Peixinho
Professores do Grupo 110
Saber mais...A promoção do desenvolvimento profissional docente constitui um eixo central da melhoria das práticas educativas e da qualidade das aprendizagens em todos os níveis de ensino. No entanto, no contexto do 1.º ciclo do ensino básico, assume particular relevância pela natureza integrada do ensino e pela centralidade do docente na organização das experiências de aprendizagem dos alunos. Neste contexto, as dinâmicas colaborativas entre docentes assumem-se como um fator determinante para a construção partilhada de conhecimento pedagógico e para a reflexão crítica sobre a prática, contribuindo para a melhoria das práticas de ensino e aprendizagem em sala de aula Num cenário educativo marcado pela crescente integração de tecnologias digitais, torna-se pertinente promover práticas pedagógicas que articulem ambientes presenciais e digitais, numa perspetiva de aprendizagem em contextos híbridos. Simultaneamente, os Recursos Educacionais Abertos (REA) emergem como um elemento potenciador da inovação pedagógica, ao favorecerem a partilha, adaptação e reconstrução de práticas educativas . A presente ação insere-se, assim, no plano de desenvolvimento do Agrupamento de Escolas de Alcochete e do centro de formação, visando criar condições para o desenvolvimento de práticas colaborativas sustentadas, com impacto na transformação das práticas pedagógicas, na qualidade das aprendizagens dos alunos e na construção de comunidades profissionais de aprendizagem.
Objetivos:
Promover o desenvolvimento profissional docente em contextos colaborativos;
Fomentar a criação, adaptação e partilha de Recursos Educacionais Abertos (REA);
Desenvolver práticas pedagógicas em ambientes híbridos de aprendizagem;
Incentivar a reflexão crítica e contínua sobre a prática pedagógica;
Potenciar dinâmicas de colaboração sustentadas entre docentes.
Conteúdos:
Desenvolvimento profissional docente e colaboração em contexto escolar;
Comunidades de prática e aprendizagem colaborativa;
Recursos Educacionais Abertos: conceitos, princípios e licenciamento;
Práticas educativas abertas; Ambientes digitais e aprendizagem em contextos híbridos;
Criação, adaptação e partilha de recursos educativo;
Integração pedagógica de REA;
Reflexão sobre práticas pedagógicas

Ana Sofia Cabrita

Avaliação Formativa das Aprendizagens: Refletir, agir e Transformar
Oficina de formação | Presencial
50 horas 22-09-2026 a 02-12-2026Escola Secundária Jorge Peixinho
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Saber mais...Os sistemas educativos contemporâneos continuam com problemas em garantir que todas as crianças e jovens possam ter acesso a uma educação e formação que lhes permitam integrar-se plenamente nas sociedades. Fernandes [2005: 66] refere que “existe um alargado consenso quanto ao facto de muitos alunos não estarem a aprender os saberes, as capacidades e as atitudes de que necessitam para poderem prosseguir dignamente as suas vidas”.As práticas que imperam na escola atual são ainda uma conceção estática e compartimentada da aprendizagem, entendida como acumulação passiva, linear e individualista de conhecimentos. Enquanto os modelos dominantes de avaliação das aprendizagens estão sobretudo orientados para classificar, selecionar e certificar os alunos, estamos perante um desajustamento em que a avaliação possa contribuir para que os alunos sejam mais autónomos e mais capazes de aprender. Perde-se frequentemente de vista o principal propósito da avaliação formativa: melhorar a qualidade das aprendizagens e do ensino. Para caminhar nessa direção é essencial refletir sobre os sentidos da avaliação e debater conceções e práticas em uso. É necessário conhecer e analisar práticas reais de avaliação formativa, bem como explorar caminhos para a sua operacionalização tal como preconiza o Ded-Lei nº 55/18, artº. 24º.ponto 5,referindo a formativa como a principal modalidade de avaliação, num processo de envolvimento dos alunos e de autoregulação das aprendizagens.
Objetivos a atingir
a) Compreender o atual quadro normativo da avaliação das aprendizagens;
b) Divulgar os contributos mais recentes no campo da avaliação das aprendizagens;
c) Clarificar os conceitos associados à avaliação das aprendizagens;
d) Aprofundar as competências de conceção, operacionalização e utilização dos instrumentos de avaliação,
e) Explicitar a lógica do processo de avaliação das aprendizagens;
f) Consolidar as mudanças introduzidas pelas atuais políticas curriculares;
g) Refletir sobre o feedback e identificar formas de feedback de qualidade;
h) Conceber e analisar técnicas, instrumentos e tarefas de avaliação para as aprendizagens;
i) Elaborar e aplicar, nos diferentes contextos pedagógico-didáticos, os instrumentos de avaliação.
j) Refletir sobre a prática e os resultados obtidos.
Conteúdos da ação
1. Introdução: limitações e potencialidades da avaliação das aprendizagens. (1 hora presencial) 2. Critérios de avaliação: (3 horas presenciais) 2.1. Avaliação normativa vs avaliação criterial. 2.2. Níveis de referencialização da avaliação: escola, ciclo, ano e disciplina. 2.3. Operacionalização dos critérios de avaliação. Sessão de trabalho no moodle (3 horas online síncronas). Realização de uma atividade orientada em regime de trabalho de grupo. 3. Instrumentos de avaliação: (4 horas presenciais) 3.1. A seleção dos instrumentos de avaliação. 3.2. Critérios para elaboração de instrumentos de avaliação. 3.3. Análise e restituição dos resultados. Sessão de trabalho no moodle (3 horas online síncronas). Realização de uma atividade orientada em regime de trabalho de grupo. 4. Usos da avaliação: (4 horas presenciais) 4.1. O papel do feedback na avaliação das aprendizagens. 4.2. O uso “formativo”. 4.3. O uso “sumativo”. 4.4. A avaliação das aprendizagens e avaliação do ensino. Sessão de trabalho no moodle (3 horas online síncronas). Realização de uma atividade orientada em regime de trabalho de grupo. 5. Apresentação, discussão e avaliação dos materiais elaborados pelos formandos (4 horas presenciais). Far-se-á um trabalho de aplicação, experimentação e avaliação dos instrumentos de avaliação de aprendizagens, implicando espaços de debate e trocas de experiências que são, nestes casos, muito importantes para a aprendizagem conjunta, sendo os formandos convidados a partilhar as suas reflexões, perspetivas e propostas de intervenção.
Áurea Sofia Medeiro

ACD: 7.º ENCONTRO COOPERA+
Ação de curta duração | Presencial
3 horas 09-09-2026Agrupamento de Escolas de Montijo (EB D. Pedro Varela)
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Saber mais...Formadora: Áurea Sofia Medeiro
Grau académico: Mestrado
Objetivos: Disseminação da Metodologia de Aprendizagem Cooperativa
Programa temático da ação: Aprender com a Metodologia de Aprendizagem Cooperativa
Publico Alvo: Educadores de Infância e Prof.º dos Ensinos Básico e Secundário do Agrupamento de Escolas de Montijo (prioritários) e de outros agrupamentos e escolas não agrupadas.
Áurea Sofia Medeiro

AUDIÇÃO MUSICAL PARTICIPADA - Uma Estratégia para a Apreciação Musical em Sala de Aula
Ação de curta duração | Presencial
4 horas 25-06-2026Auditório da Escola Secundária Jorge Peixinho
Professores do GR: 100, 110, 240, 250, 600, 610, 910, e/ou outros docentes interessados.
Saber mais...Formador: Professor Miguel Nabais Pernes
Graus académicos: Mestre
Objetivos: Para além do objetivo geral de partilha, reflexão e simulação de processos e estratégias de trabalho para as valências do Pré-Escolar e do Ensino Básico no domínio da Sensibilização para a Música Erudita, estabelecem-se os seguintes objetivos específicos:
(1) apresentar formas de estruturação de estratégias de trabalho nos vértices da audição, interpretação e criação, como pontos-chave para uma educação musical plena, a pretexto da exploração dos repertórios construídos para este fim;
(2) garantir uma apropriação dos impactos da Audição Musical Ativa e Participada no âmbito do desenvolvimento de competências para a compreensão musical da criança;
(3) partilhar ferramentas de trabalho consistentes para a exploração de repertórios ricos de conteúdo e para a construção autónoma de abordagens paralelas por parte dos profissionais da educação. Programa temático da ação: A ação de formação de curta duração proposta diferencia-se por apresentar ao vivo o repertório do Quinteto de Cordas da Orquestra Sinfónica de Lisboa. Serão 4 horas frutíferas - 2 horas de contexto teórico, onde se explica de forma académica e fundamentada os benefícios da Audição Musical Participada do ponto de vista das aprendizagens significativas, comparativamente a abordagens tradicionais + 2 horas de prática simulada, onde se desenvolvem atividades contributivas para a compreensão da estrutura de uma peça musical como um objeto artístico uno e lógico - que terminarão com a apresentação da Aula-Concerto do Quinteto de Cordas. Os formandos presentes compreenderão através da experiência ao vivo, aquilo que nunca um projeto escrito proporcionará, por muito que se muna de registos audiovisuais.

Escolas em rede: práticas colaborativas e recursos
Ação de curta duração | E-learning
3 horas 18-06-2026Plataforma Zoom
Docentes do Ensino Básico e Secundário
Saber mais...Formadores: Prof.ª Ana Sofia Cabrita e Prof.º Doutor Carlos Simões
Graus académicos: Mestre e Doutoramento.
Objetivos:
- Compreender a importância das redes colaborativas e seu enquadramento teórico;
- Identificar modelos de colaboração em rede entre escolas, benefícios e constrangimentos;
- Redes colaborativas como recurso ao desenvolvimento profissional docente: formação em contexto, a partir das práticas e necessidades reais.;
- Distinguir práticas de simples partilha de materiais de práticas colaborativas assentes no diálogo profissional, na reflexão conjunta e na construção/adaptação de recursos;
- Reconhecer os recursos educativos como instrumentos pedagógicos, objetos de reflexão, reutilização, melhoria e memória coletiva da escola;
- Refletir sobre o papel das tecnologias digitais enquanto meios de apoio à comunicação, à coautoria e à sustentabilidade das redes colaborativas;
- Identificar possibilidades concretas de reforço do trabalho em rede no contexto da escola/agrupamento, a partir das práticas, recursos e necessidades reais dos docentes.
Programa temático da ação:
Fundamentos das redes colaborativas:
Conceitos, princípios, características, políticas educativas e enquadramento nacional.
Modelos de trabalho colaborativo:
Comunidades de prática, redes de inovação, parcerias inter-escolas, projetos europeus.
Recursos e plataformas digitais:
Ferramentas de comunicação, coautoria, partilha e repositórios de práticas.
Trabalho em rede, colaboração docente e recursos educativos:
Trabalho em rede como processo de circulação de conhecimento profissional entre docentes. Distinção entre partilha, cooperação e colaboração. Recursos educativos como objetos de diálogo pedagógico, adaptação, reutilização e memória coletiva da escola.
Possibilidades de reforço do trabalho em rede no contexto da escola/agrupamento:
Identificação de práticas já existentes, recursos disponíveis e necessidades reais dos docentes. Estratégias para tornar a colaboração mais intencional, regular e sustentável, promovendo a partilha orientada de recursos e a construção conjunta de respostas pedagógicas.

Ana Sofia Cabrita

Educação Artística - Artes Visuais e Recursos Educativos (DEA I)
Curso de Formação | Presencial
25 horas 29-05-2026 a 30-06-2026EB Joaquim de Almeida - Montijo
Professores dos grupos de recrutamento 100 e 110

Ana Paula Muacho

Suporte Básico de Vida e Primeiros Socorros em Contexto Escolar - CANCELADA
Curso de Formação | Presencial
25 horas 25-05-2026 a 08-06-2026Auditório da Escola Secundária Jorge Peixinho
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Saber mais...Os acidentes, lesões ou doenças podem acontecer subitamente. O conhecimento de Primeiros Socorros assim como das técnicas de Suporte Básico de Vida, são de uma importância vital para a vítima. A Escola é um local onde amiúde acontecem situações como as descritas anteriormente pelo que a formação nesta área para Professores (e não só) torna se imprescindível, para toda a comunidade educativa. Assim esta ação torna-se premente face à evolução das enologias de resposta aos contextos escolares que exigem suporte básico de vida e primeiros socorros eficazes, ação que cumpre estes objectivos procurando também ir ao encontro da exigência e apelo dos próprios professores que sentem necessidade de adquirir competências que lhe permitam agir numa situação de emergência na escola e na sua vida quotidiana.
Objetivos a atingir: O curso permitirá que o professor crie e desenvolva as suas competências em suporte básico de vida e primeiros socorros, pela concretização dos seguintes pressupostos: Interpretar e descrever a cadeia de sobrevivência. Identificar sinais vitais relacionados com a paragem cardiorrespiratória (PCR) e AVC. Descrever, interpretar e aplicar técnicas de Suporte Básico de Vida (SBV) de acordo com o algoritmo em vigor. Identificar e reconhecer os sinais de obstrução da via aérea por corpo estranho. Identificar, interpretar e aplicar técnicas de permeabilização/libertação das vias aéreas segundo o algoritmo em vigor. Conhecer e aplicar os procedimentos dos primeiros socorros em situação de hemorragias, feridas, queimaduras, lesões na cabeça, pescoço e/ou tronco, lesões nos ossos, músculos e articulações e intoxicações.
Conteúdos da ação: O curso de formação, tem um total de 25 horas, as quais serão distribuídas pelos seguintes conteúdos: -Apresentação Documentação Ice Breaking Games Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM) e Princípios Básicos do Socorrismo • Os 4 Passos em Primeiros Socorros • SUPORTE BÁSICO DE VIDA • Verificação da Consciência • Abertura das vias aéreas • Verificação da Ventilação • Compressões Torácicas (RCP) • Posição Lateral de Segurança (PLS) • Bebés e crianças • Obstrução da via aérea • PRIMEIROS SOCORROS • Hemorragias • Hemorragias pelo nariz • Feridas • Queimaduras • (revisão de conteúdos) • PRIMEIROS SOCORROS • Lesões na cabeça (TCE) • Lesões no Pescoço e/ou no Dorso (TVM) • Lesões nos ossos, músculos ou articulações • Imobilizações • PRIMEIROS SOCORROS • Intoxicações • Dor Precordial (EAM) • Acidente Vascular Cerebral (AVC) • Prevenção de doenças vasculares • Revisão dos Conteúdos • Simulações práticas • Análise de casos práticos e ocorrências quotidianas • Avaliação

Sandra Marta Nóbrega

A Inteligência Artificial em contexto escolar: Aplicações Concretas nas práticas Pedagógicas
Oficina de formação | B-Learning
50 horas 19-05-2026 a 07-07-2026Sessões Presenciais (Escola Secundária Poeta Joaquim Serra) - Sessões síncronas (Zoom/Moodle)
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Saber mais...A transformação digital na educação não é apenas um desafio — é uma oportunidade decisiva para promover aprendizagens significativas, personalizadas e alinhadas com os desafios da escola atual. A Inteligência Artificial (IA) tem o potencial de ajudar a transformar as práticas educativas. A integração crítica e estratégica das novas tecnologias e da IA pode ser um passo qualitativo de transformação das dinâmicas de aprendizagem, das metodologias usadas e de práticas avaliativas inovadoras, tornando-as mais inclusivas, participativas e alinhadas com o PASEO e as exigências da escola de hoje e do futuro. Atualmente, os LED são também uma oportunidade, em termos de espaço e ferramentas, para a implementação de cenários de aprendizagem com recurso à IA.
Objetivos a atingir:
Experimentar ferramentas de IA aplicadas à educação e à avaliação. Conceber e experimentar estratégias metodológicas com integração da IA. Analisar criticamente o impacto da IA nas aprendizagens. Desenvolver recursos pedagógicos personalizados com apoio da IA. Planificar e implementar momentos de avaliação formativa assistida por IA.
Conteúdos da ação
1. Explorar para compreender: Introdução à IA na Educação. Breve enquadramento teórico e contextual. Reflexão sobre mitos da IA. Debate orientado: “IA na Educação – ameaça ou oportunidade?”
2. Ferramentas de IA Generativa para Apoio ao Ensino e Aprendizagem Exploração orientada de ferramentas (ChatGPT, Gemini, Curipod, etc.). Dinâmica: Rotação por estações com desafios específicos (ex: “Criar um plano de aula com IA”, “Gerar um quiz personalizado”, “Desenhar um recurso visual com IA”). Partilha em grande grupo das soluções criadas.
3. A IA nas Metodologias Ativas Análise de exemplos práticos de integração da IA em metodologias como aprendizagem por projeto, sala de aula invertida, aprendizagem baseada em problemas. Laboratório Pedagógico: Criação colaborativa de um cenário de aprendizagem com incorporação de IA. Peer review das propostas.
4. Avaliação com IA: Formativa e Personalizada Exploração de ferramentas que apoiam a avaliação Estudo de exemplos práticos: como detetar plágio com IA ( Turnitin; Ephorus, Copy tracker, Copyscape, Praise, etc...) / como gerar feedback automatizado. Sessão prática: Planear uma atividade de avaliação com apoio da IA.
5. Ética, Privacidade e Pensamento Crítico na Utilização da IA Dilemas Éticos com IA em contexto escolar. Elaboração de um mini código de conduta para uso responsável da IA com alunos. Discussão orientada: “Que lugar damos ao pensamento crítico e à criatividade na era da IA?”.
INFORMAÇÃO: Cada formando deverá levar o seu Computador Portátil como ferramenta de trabalho.
Os Critérios de Seleção para a frequência de formação no Cenforma, são operacionalizados com base na seguinte escala:
* São admitidos em 1º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas so Cenforma, por indicação das direções dos AE/ENA, nos casos em que existam projetos de formação centrados na(a) escola(s).
* São admitidos em 2º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas ao Cenforma, por ordem de inscrição;
* São admitidos em 3º lugar, os docentes em exercício de funções noutras escolas públicas, por ordem de inscrição.
(Critérios aprovados em reunião de conselho de diretores de 4 de março de 2025).

José Jorge Ferreira

Nuno Jorge Lavrado

Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino de Português (1.º Ciclo do Ensino Básico)
Oficina de formação | B-Learning
50 horas 04-05-2026 a 02-07-2026Sessões Presenciais (Agrupamento de Escolas Pegões Canha e St.º Isisdro) - Sessões síncronas (TEAMS)
Professores do grupo de recrutamento 110
Exclusivo para os agrupamentos: Agrupamento de Escolas de Pegões, Canha e Santo Isidro, Montijo

Marisa Cristina Costa

Paula Alexandra Melo
de resultados.

