
Suporte Básico de Vida e Primeiros Socorros em Contexto Escolar
Curso de Formação | Presencial
25 horas 30-09-2026 a 21-10-202618 vagas1 inscritosEscola Secundária Jorge Peixinho
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Saber mais...Os acidentes, lesões ou doenças podem acontecer subitamente. O conhecimento de Primeiros Socorros assim como das técnicas de Suporte Básico de Vida, são de uma importância vital para a vítima. A Escola é um local onde amiúde acontecem situações como as descritas anteriormente pelo que a formação nesta área para Professores (e não só) torna se imprescindível, para toda a comunidade educativa. Assim esta ação torna-se premente face à evolução das enologias de resposta aos contextos escolares que exigem suporte básico de vida e primeiros socorros eficazes, ação que cumpre estes objectivos procurando também ir ao encontro da exigência e apelo dos próprios professores que sentem necessidade de adquirir competências que lhe permitam agir numa situação de emergência na escola e na sua vida quotidiana.
Objetivos a atingir: O curso permitirá que o professor crie e desenvolva as suas competências em suporte básico de vida e primeiros socorros, pela concretização dos seguintes pressupostos: Interpretar e descrever a cadeia de sobrevivência. Identificar sinais vitais relacionados com a paragem cardiorrespiratória (PCR) e AVC. Descrever, interpretar e aplicar técnicas de Suporte Básico de Vida (SBV) de acordo com o algoritmo em vigor. Identificar e reconhecer os sinais de obstrução da via aérea por corpo estranho. Identificar, interpretar e aplicar técnicas de permeabilização/libertação das vias aéreas segundo o algoritmo em vigor. Conhecer e aplicar os procedimentos dos primeiros socorros em situação de hemorragias, feridas, queimaduras, lesões na cabeça, pescoço e/ou tronco, lesões nos ossos, músculos e articulações e intoxicações.
Conteúdos da ação: O curso de formação, tem um total de 25 horas, as quais serão distribuídas pelos seguintes conteúdos: -Apresentação Documentação Ice Breaking Games Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM) e Princípios Básicos do Socorrismo • Os 4 Passos em Primeiros Socorros • SUPORTE BÁSICO DE VIDA • Verificação da Consciência • Abertura das vias aéreas • Verificação da Ventilação • Compressões Torácicas (RCP) • Posição Lateral de Segurança (PLS) • Bebés e crianças • Obstrução da via aérea • PRIMEIROS SOCORROS • Hemorragias • Hemorragias pelo nariz • Feridas • Queimaduras • (revisão de conteúdos) • PRIMEIROS SOCORROS • Lesões na cabeça (TCE) • Lesões no Pescoço e/ou no Dorso (TVM) • Lesões nos ossos, músculos ou articulações • Imobilizações • PRIMEIROS SOCORROS • Intoxicações • Dor Precordial (EAM) • Acidente Vascular Cerebral (AVC) • Prevenção de doenças vasculares • Revisão dos Conteúdos • Simulações práticas • Análise de casos práticos e ocorrências quotidianas • Avaliação
Nota Informativa: Nas ações de formação realizada em regime a distância (e-learning e b-learning), os formandos devem utilizar equipamento de acesso e comunicação, que disponha de um microfone e uma câmara, que deve estar ligada durante as sessões dinamizadas por videoconferência. ( n.º 3 do artigo 22º do Regulamento Interno do Cenforma).
Critérios de Seleção:
Os Critérios de Seleção para a frequência de formação no Cenforma, são operacionalizados com base na seguinte escala:
* São admitidos em 1º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas so Cenforma, por indicação das direções dos AE/ENA, nos casos em que existam projetos de formação centrados na(a) escola(s).
* São admitidos em 2º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas ao Cenforma, por ordem de inscrição;
* São admitidos em 3º lugar, os docentes em exercício de funções noutras escolas públicas, por ordem de inscrição.
(Critérios aprovados em reunião de conselho de diretores de 4 de março de 2025).
| Data | Hora Início | Hora Fim | Tipo Presença |
|---|---|---|---|
| 30-09-2026 | 18:00 | 21:00 | Presencial |
| 06-10-2026 | 18:00 | 21:15 | Presencial |
| 12-10-2026 | 18:00 | 21:00 | Presencial |
| 13-10-2026 | 18:00 | 21:15 | Presencial |
| 14-10-2026 | 18:00 | 21:00 | Presencial |
| 19-10-2026 | 18:00 | 21:15 | Presencial |
| 20-10-2026 | 18:00 | 21:00 | Presencial |
| 21-10-2026 | 18:00 | 21:15 | Presencial |

Sandra Marta Nóbrega

AUDIÇÃO MUSICAL PARTICIPADA - Uma Estratégia para a Apreciação Musical em Sala de Aula
Ação de curta duração | Presencial
4 horas 24-09-202680 vagas6 inscritosAuditório da Escola Secundária Jorge Peixinho
Professores do GR: 100, 110, 240, 250, 600, 610, 910, e/ou outros docentes interessados
Saber mais...Formador: Professor Miguel Nabais Pernes
Graus académicos: Mestre
Objetivos: Para além do objetivo geral de partilha, reflexão e simulação de processos e estratégias de trabalho para as valências do Pré-Escolar e do Ensino Básico no domínio da Sensibilização para a Música Erudita, estabelecem-se os seguintes objetivos específicos:
(1) apresentar formas de estruturação de estratégias de trabalho nos vértices da audição, interpretação e criação, como pontos-chave para uma educação musical plena, a pretexto da exploração dos repertórios construídos para este fim;
(2) garantir uma apropriação dos impactos da Audição Musical Ativa e Participada no âmbito do desenvolvimento de competências para a compreensão musical da criança;
(3) partilhar ferramentas de trabalho consistentes para a exploração de repertórios ricos de conteúdo e para a construção autónoma de abordagens paralelas por parte dos profissionais da educação. Programa temático da ação: A ação de formação de curta duração proposta diferencia-se por apresentar ao vivo o repertório do Quinteto de Cordas da Orquestra Sinfónica de Lisboa. Serão 4 horas frutíferas - 2 horas de contexto teórico, onde se explica de forma académica e fundamentada os benefícios da Audição Musical Participada do ponto de vista das aprendizagens significativas, comparativamente a abordagens tradicionais + 2 horas de prática simulada, onde se desenvolvem atividades contributivas para a compreensão da estrutura de uma peça musical como um objeto artístico uno e lógico - que terminarão com a apresentação da Aula-Concerto do Quinteto de Cordas. Os formandos presentes compreenderão através da experiência ao vivo, aquilo que nunca um projeto escrito proporcionará, por muito que se muna de registos audiovisuais.
Os Critérios de Seleção para a frequência de formação no Cenforma, são operacionalizados com base na seguinte escala:
* São admitidos em 1º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas so Cenforma, por indicação das direções dos AE/ENA, nos casos em que existam projetos de formação centrados na(a) escola(s).
* São admitidos em 2º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas ao Cenforma, por ordem de inscrição;
* São admitidos em 3º lugar, os docentes em exercício de funções noutras escolas públicas, por ordem de inscrição.
(Critérios aprovados em reunião de conselho de diretores de 4 de março de 2025).
| Data | Hora Início | Hora Fim | Tipo Presença |
|---|---|---|---|
| 24-09-2026 | 16:00 | 20:00 | Presencial |

Avaliação Formativa das Aprendizagens: Refletir, agir e Transformar
Oficina de formação | Presencial
50 horas 22-09-2026 a 02-12-202619 vagas10 inscritosEscola Secundária Jorge Peixinho
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Saber mais...Os sistemas educativos contemporâneos continuam com problemas em garantir que todas as crianças e jovens possam ter acesso a uma educação e formação que lhes permitam integrar-se plenamente nas sociedades. Fernandes [2005: 66] refere que “existe um alargado consenso quanto ao facto de muitos alunos não estarem a aprender os saberes, as capacidades e as atitudes de que necessitam para poderem prosseguir dignamente as suas vidas”.As práticas que imperam na escola atual são ainda uma conceção estática e compartimentada da aprendizagem, entendida como acumulação passiva, linear e individualista de conhecimentos. Enquanto os modelos dominantes de avaliação das aprendizagens estão sobretudo orientados para classificar, selecionar e certificar os alunos, estamos perante um desajustamento em que a avaliação possa contribuir para que os alunos sejam mais autónomos e mais capazes de aprender. Perde-se frequentemente de vista o principal propósito da avaliação formativa: melhorar a qualidade das aprendizagens e do ensino. Para caminhar nessa direção é essencial refletir sobre os sentidos da avaliação e debater conceções e práticas em uso. É necessário conhecer e analisar práticas reais de avaliação formativa, bem como explorar caminhos para a sua operacionalização tal como preconiza o Ded-Lei nº 55/18, artº. 24º.ponto 5,referindo a formativa como a principal modalidade de avaliação, num processo de envolvimento dos alunos e de autoregulação das aprendizagens.
Objetivos a atingir
a) Compreender o atual quadro normativo da avaliação das aprendizagens;
b) Divulgar os contributos mais recentes no campo da avaliação das aprendizagens;
c) Clarificar os conceitos associados à avaliação das aprendizagens;
d) Aprofundar as competências de conceção, operacionalização e utilização dos instrumentos de avaliação,
e) Explicitar a lógica do processo de avaliação das aprendizagens;
f) Consolidar as mudanças introduzidas pelas atuais políticas curriculares;
g) Refletir sobre o feedback e identificar formas de feedback de qualidade;
h) Conceber e analisar técnicas, instrumentos e tarefas de avaliação para as aprendizagens;
i) Elaborar e aplicar, nos diferentes contextos pedagógico-didáticos, os instrumentos de avaliação.
j) Refletir sobre a prática e os resultados obtidos.
Conteúdos da ação
1. Introdução: limitações e potencialidades da avaliação das aprendizagens. (1 hora presencial) 2. Critérios de avaliação: (3 horas presenciais) 2.1. Avaliação normativa vs avaliação criterial. 2.2. Níveis de referencialização da avaliação: escola, ciclo, ano e disciplina. 2.3. Operacionalização dos critérios de avaliação. Sessão de trabalho no moodle (3 horas online síncronas). Realização de uma atividade orientada em regime de trabalho de grupo. 3. Instrumentos de avaliação: (4 horas presenciais) 3.1. A seleção dos instrumentos de avaliação. 3.2. Critérios para elaboração de instrumentos de avaliação. 3.3. Análise e restituição dos resultados. Sessão de trabalho no moodle (3 horas online síncronas). Realização de uma atividade orientada em regime de trabalho de grupo. 4. Usos da avaliação: (4 horas presenciais) 4.1. O papel do feedback na avaliação das aprendizagens. 4.2. O uso “formativo”. 4.3. O uso “sumativo”. 4.4. A avaliação das aprendizagens e avaliação do ensino. Sessão de trabalho no moodle (3 horas online síncronas). Realização de uma atividade orientada em regime de trabalho de grupo. 5. Apresentação, discussão e avaliação dos materiais elaborados pelos formandos (4 horas presenciais). Far-se-á um trabalho de aplicação, experimentação e avaliação dos instrumentos de avaliação de aprendizagens, implicando espaços de debate e trocas de experiências que são, nestes casos, muito importantes para a aprendizagem conjunta, sendo os formandos convidados a partilhar as suas reflexões, perspetivas e propostas de intervenção.
Os Critérios de Seleção para a frequência de formação no Cenforma, são operacionalizados com base na seguinte escala:
* São admitidos em 1º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas so Cenforma, por indicação das direções dos AE/ENA, nos casos em que existam projetos de formação centrados na(a) escola(s).
* São admitidos em 2º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas ao Cenforma, por ordem de inscrição;
* São admitidos em 3º lugar, os docentes em exercício de funções noutras escolas públicas, por ordem de inscrição.
(Critérios aprovados em reunião de conselho de diretores de 4 de março de 2025).
| Data | Hora Início | Hora Fim | Tipo Presença |
|---|---|---|---|
| 22-09-2026 | 18:00 | 21:00 | Presencial |
| 29-09-2026 | 18:00 | 21:00 | Presencial |
| 13-10-2026 | 18:00 | 21:00 | Presencial |
| 20-10-2026 | 18:00 | 21:00 | Presencial |
| 27-10-2026 | 18:00 | 21:00 | Presencial |
| 10-11-2026 | 18:00 | 21:00 | Presencial |
| 24-11-2026 | 18:00 | 21:00 | Presencial |
| 02-12-2026 | 17:00 | 21:00 | Presencial |
Áurea Sofia Medeiro

Trabalhar em Projeto de Forma Cooperativa
Curso de Formação | B-Learning
30 horas 23-09-2026 a 16-12-202616 vagas0 inscritosSessões Presenciais: Escola Secundária Jorge Peixinho; Sessões On-line: Plataforma Teams
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Saber mais...O uso de metodologias ativas de aprendizagem em sala de aula criam oportunidades para os alunos desenvolverem competências do século XXI: colaboração, comunicação, pensamento crítico e uso das novas tecnologias. Estas competências devem ser explicadas mas é essencial que os alunos as ponham em prática, através das tarefas e atividades propostas. O objetivo das metodologias ativas não é tanto a transmissão de conhecimentos, mas sim a colocação em prática desses conhecimentos com um determinado objetivo. O ensino por projetos é uma estratégia imprescindível para conseguir uma aprendizagem escolar significativa, sólida e permanente em todos e em cada um dos nossos alunos. Mas, além disso, o trabalho por projetos proporciona aprendizagens relevantes e funcionais, não só nos alunos, mas também na equipa docente e nos agentes externos que protagonizam a experiência.
Objetivos:
Promover a apropriação do Currículo Nacional (visão e implicações práticas) pelos diferentes intervenientes no processo educativo. • Melhorar o conhecimento em torno das diferentes conceções de currículo e formas de operacionalização. • Promover a generalização da implementação do trabalho interdisciplinar. • Capacitar os docentes para a implementação de metodologias de aprendizagem centradas nos alunos. • A ESPN iniciou no ano letivo 2022/23 um projeto que visa mudar a metodologia de trabalho em sala de aula, privilegiando as metodologias de trabalho cooperativo e a interdisciplinaridade, implementando DAC através do trabalho de projeto.
Conteúdos:
A aprendizagem cooperativa constitui um recurso educativo poderoso para uma mudança de paradigma no contexto educativo, associado a um movimento transformacional das práticas pedagógicas e organizacionais previstas nos Decretos-Leis N.º 54/2018 e 55/2018, de 6 de julho. A presente ação visa capacitar os docentes para a implementação de metodologias ativas e de aprendizagem cooperativa em sala de aula. Assim, os conteúdos da ação incidirão nos tópicos seguintes:- Apresentação em contexto de um conjunto de métodos que permitem organizar e conduzir o ensino e a aprendizagem na sala de aula, de modo a que os alunos assumam diferentes papéis e aprendam a partilhar entre si o conhecimento, as tarefas e as estratégias que conduzem à aprendizagem. - Organização de atividades cooperativas em pequenos grupos heterogéneos, dentro do mesmo espaço de aprendizagem, para fomentar, de forma intencional, uma visão integradora dos princípios, valores e áreas de competência do PASEO, articulando com as Aprendizagens Essenciais e a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, no sentido de recuperar e melhorar a qualidade das aprendizagens dos alunos.- Familiarização dos docentes com o modelo pedagógico da Aprendizagem Cooperativa que é sustentado em cinco fundamentos: i) interdependência positiva, ii) responsabilidade individual e de grupo, iii) interação estimuladora face a face, iv) competências interpessoais, v) avaliação grupal e individual em todas as suas vertentes.- Planificação de unidades didáticas, baseadas na implementação de métodos ativos, motivadores e inclusivos, que se constituem como uma das respostas de sucesso para a recuperação e consolidação das Aprendizagens Essenciais e das diferentes áreas de competência do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO).
Nota Informativa: As ações de formação realizadas em regime a distância (e-learning e b-learning), os formandos devem utilizar equipamento de acesso e comunicação, que disponha de um microfone e uma câmara, que deve estar ligada durante as sessões dinamizadas por videoconferência. ( n.º 3 do artigo 22º do Regulamento Interno do Cenforma).
Critério de Seleção:
Os Critérios de Seleção para a frequência de formação no Cenforma, são operacionalizados com base na seguinte escala:
* São admitidos em 1º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas so Cenforma, por indicação das direções dos AE/ENA, nos casos em que existam projetos de formação centrados na(a) escola(s).
* São admitidos em 2º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas ao Cenforma, por ordem de inscrição;
* São admitidos em 3º lugar, os docentes em exercício de funções noutras escolas públicas, por ordem de inscrição.
(Critérios aprovados em reunião de conselho de diretores de 4 de março de 2025).
| Data | Hora Início | Hora Fim | Tipo Presença |
|---|---|---|---|
| 23-09-2026 | 17:30 | 19:30 | Síncrona |
| 30-09-2026 | 17:30 | 20:30 | Presencial |
| 14-10-2026 | 17:30 | 20:30 | Presencial |
| 21-10-2026 | 17:30 | 20:30 | Presencial |
| 28-10-2026 | 17:30 | 20:30 | Presencial |
| 04-11-2026 | 17:30 | 20:30 | Presencial |
| 18-11-2026 | 17:30 | 20:30 | Presencial |
| 25-11-2026 | 17:30 | 20:30 | Síncrona |
| 09-12-2026 | 17:30 | 20:30 | Síncrona |
| 16-12-2026 | 17:30 | 21:30 | Síncrona |

Maria Luísa Mantas

Práticas colaborativas e Recursos Educacionais Abertos no 1.º ciclo do ensino básico em contextos híbridos de aprendizagem
Oficina de formação | B-Learning
50 horas 22-09-2026 a 15-12-202620 vagas11 inscritosEscola Secundária Jorge Peixinho
Professores do Grupo 110
Saber mais...A promoção do desenvolvimento profissional docente constitui um eixo central da melhoria das práticas educativas e da qualidade das aprendizagens em todos os níveis de ensino. No entanto, no contexto do 1.º ciclo do ensino básico, assume particular relevância pela natureza integrada do ensino e pela centralidade do docente na organização das experiências de aprendizagem dos alunos. Neste contexto, as dinâmicas colaborativas entre docentes assumem-se como um fator determinante para a construção partilhada de conhecimento pedagógico e para a reflexão crítica sobre a prática, contribuindo para a melhoria das práticas de ensino e aprendizagem em sala de aula Num cenário educativo marcado pela crescente integração de tecnologias digitais, torna-se pertinente promover práticas pedagógicas que articulem ambientes presenciais e digitais, numa perspetiva de aprendizagem em contextos híbridos. Simultaneamente, os Recursos Educacionais Abertos (REA) emergem como um elemento potenciador da inovação pedagógica, ao favorecerem a partilha, adaptação e reconstrução de práticas educativas . A presente ação insere-se, assim, no plano de desenvolvimento do Agrupamento de Escolas de Alcochete e do centro de formação, visando criar condições para o desenvolvimento de práticas colaborativas sustentadas, com impacto na transformação das práticas pedagógicas, na qualidade das aprendizagens dos alunos e na construção de comunidades profissionais de aprendizagem.
Objetivos:
Promover o desenvolvimento profissional docente em contextos colaborativos;
Fomentar a criação, adaptação e partilha de Recursos Educacionais Abertos (REA);
Desenvolver práticas pedagógicas em ambientes híbridos de aprendizagem;
Incentivar a reflexão crítica e contínua sobre a prática pedagógica;
Potenciar dinâmicas de colaboração sustentadas entre docentes.
Conteúdos:
Desenvolvimento profissional docente e colaboração em contexto escolar;
Comunidades de prática e aprendizagem colaborativa;
Recursos Educacionais Abertos: conceitos, princípios e licenciamento;
Práticas educativas abertas; Ambientes digitais e aprendizagem em contextos híbridos;
Criação, adaptação e partilha de recursos educativo;
Integração pedagógica de REA;
Reflexão sobre práticas pedagógicas
Os Critérios de Seleção para a frequência de formação no Cenforma, são operacionalizados com base na seguinte escala:
* São admitidos em 1º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas so Cenforma, por indicação das direções dos AE/ENA, nos casos em que existam projetos de formação centrados na(a) escola(s).
* São admitidos em 2º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas ao Cenforma, por ordem de inscrição;
* São admitidos em 3º lugar, os docentes em exercício de funções noutras escolas públicas, por ordem de inscrição.
(Critérios aprovados em reunião de conselho de diretores de 4 de março de 2025).
| Data | Hora Início | Hora Fim | Tipo Presença |
|---|---|---|---|
| 22-09-2026 | 17:00 | 20:00 | Presencial |
| 29-09-2026 | 17:00 | 20:00 | Síncrona |
| 13-10-2026 | 17:00 | 20:00 | Síncrona |
| 27-10-2026 | 17:00 | 20:00 | Presencial |
| 03-11-2026 | 17:00 | 20:00 | Presencial |
| 17-11-2026 | 17:00 | 20:00 | Síncrona |
| 24-11-2026 | 17:00 | 20:00 | Síncrona |
| 15-12-2026 | 16:00 | 20:00 | Presencial |

Ana Sofia Cabrita
Plano de formação 2026

A Inteligência Artificial em contexto escolar: Aplicações Concretas nas práticas Pedagógicas
Oficina de formação | B-Learning
50 horas 23-09-2026 a 09-12-2026Sessões Presenciais (Escola Secundária Poeta Joaquim Serra) - Sessões síncronas (TEAM's/Moodle)
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Saber mais...A transformação digital na educação não é apenas um desafio — é uma oportunidade decisiva para promover aprendizagens significativas, personalizadas e alinhadas com os desafios da escola atual. A Inteligência Artificial (IA) tem o potencial de ajudar a transformar as práticas educativas. A integração crítica e estratégica das novas tecnologias e da IA pode ser um passo qualitativo de transformação das dinâmicas de aprendizagem, das metodologias usadas e de práticas avaliativas inovadoras, tornando-as mais inclusivas, participativas e alinhadas com o PASEO e as exigências da escola de hoje e do futuro. Atualmente, os LED são também uma oportunidade, em termos de espaço e ferramentas, para a implementação de cenários de aprendizagem com recurso à IA.
Objetivos a atingir:
Experimentar ferramentas de IA aplicadas à educação e à avaliação. Conceber e experimentar estratégias metodológicas com integração da IA. Analisar criticamente o impacto da IA nas aprendizagens. Desenvolver recursos pedagógicos personalizados com apoio da IA. Planificar e implementar momentos de avaliação formativa assistida por IA.
Conteúdos da ação
1. Explorar para compreender: Introdução à IA na Educação. Breve enquadramento teórico e contextual. Reflexão sobre mitos da IA. Debate orientado: “IA na Educação – ameaça ou oportunidade?”
2. Ferramentas de IA Generativa para Apoio ao Ensino e Aprendizagem Exploração orientada de ferramentas (ChatGPT, Gemini, Curipod, etc.). Dinâmica: Rotação por estações com desafios específicos (ex: “Criar um plano de aula com IA”, “Gerar um quiz personalizado”, “Desenhar um recurso visual com IA”). Partilha em grande grupo das soluções criadas.
3. A IA nas Metodologias Ativas Análise de exemplos práticos de integração da IA em metodologias como aprendizagem por projeto, sala de aula invertida, aprendizagem baseada em problemas. Laboratório Pedagógico: Criação colaborativa de um cenário de aprendizagem com incorporação de IA. Peer review das propostas.
4. Avaliação com IA: Formativa e Personalizada Exploração de ferramentas que apoiam a avaliação Estudo de exemplos práticos: como detetar plágio com IA ( Turnitin; Ephorus, Copy tracker, Copyscape, Praise, etc...) / como gerar feedback automatizado. Sessão prática: Planear uma atividade de avaliação com apoio da IA.
5. Ética, Privacidade e Pensamento Crítico na Utilização da IA Dilemas Éticos com IA em contexto escolar. Elaboração de um mini código de conduta para uso responsável da IA com alunos. Discussão orientada: “Que lugar damos ao pensamento crítico e à criatividade na era da IA?”.
Os Critérios de Seleção para a frequência de formação no Cenforma, são operacionalizados com base na seguinte escala:
* São admitidos em 1º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas so Cenforma, por indicação das direções dos AE/ENA, nos casos em que existam projetos de formação centrados na(a) escola(s).
* São admitidos em 2º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas ao Cenforma, por ordem de inscrição;
* São admitidos em 3º lugar, os docentes em exercício de funções noutras escolas públicas, por ordem de inscrição.
(Critérios aprovados em reunião de conselho de diretores de 4 de março de 2025).

José Jorge Ferreira

Nuno Jorge Lavrado

Práticas Pedagógicas inclusivas em sala de aula (e-learning)
Curso de Formação | E-learning
25 horas 22-09-2026 a 10-11-2026Plataforma TEAM's
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360
Saber mais...O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas práticas inclusivas em sala de aula, bem como novas metodologias que promovam as aprendizagens de todos os alunos. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo, a reflexão e a partilha desbravem o caminho e orientem todos os agentes educativos para as mudanças a realizar.
Esta ação de formação procura contribuir para uma reflexão crítica sobre os desafios da diversidade, bem como apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas ajustadas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professor melhor ensinante, definindo com maior acuidade as ações bem como as evidências a identificar em contexto de sala de aula.
Objetivos da ação
Explorar os documentos legislativos (DL n.º 54/2018 e 55/2018, PASEO, Aprend. Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas pedagógicas mais inclusivas
Consolidar o conhecimento sobre os modelos de enquadramento à operacionalização da educação inclusiva nas suas características essenciais
Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos (Desenho Universal para a Aprendizagem)
Aprofundar o conhecimento sobre metodologias e estratégias pedagógicas inclusivas e inovadoras
Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar–Planear–Agir– Rever para a inclusão
Promover a avaliação como parte integrante da gestão inclusiva do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens
Reforçar competências de trabalho colaborativo, reflexivo e de resolução de problemas entre os profissionais
Conteúdos da ação:
Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas
• Exploração de documentos legislativos (DL n.º 54/2018, DL n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e Aprendizagens Essenciais) de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre:
o os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação;
o a gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo;
o o recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos;
o a valorização da avaliação como parte integrante da gestão do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens;
o a voz dos alunos e das suas famílias, aumentando os seus níveis de participação.
Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas
• Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos.
• Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (Desenho Universal para a Aprendizagem).
Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula
• Gestão da diversidade em sala de aula atendendo à participação e aprendizagem efetivas de todos os alunos – partilha de práticas.
• Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico, que conciliem as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos.
Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem
• Caráter contínuo e sistemático da avaliação, ao serviço das aprendizagens, enquanto processo regulador do ensino e das aprendizagens.
• Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino.
• O feedback como uma das dimensões indispensáveis à aplicação prática da avaliação formativa na sala de aula.
Lisa Mateus Ferrinho

ACD: 7.º ENCONTRO COOPERA+
Ação de curta duração | Presencial
3 horas 09-09-2026Agrupamento de Escolas de Montijo (EB D. Pedro Varela)
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Saber mais...Formadora: Áurea Sofia Medeiro
Grau académico: Mestrado
Objetivos: Disseminação da Metodologia de Aprendizagem Cooperativa
Programa temático da ação: Aprender com a Metodologia de Aprendizagem Cooperativa
Publico Alvo: Educadores de Infância e Prof.º dos Ensinos Básico e Secundário do Agrupamento de Escolas de Montijo (prioritários) e de outros agrupamentos e escolas não agrupadas.
Áurea Sofia Medeiro

AUDIÇÃO MUSICAL PARTICIPADA - Uma Estratégia para a Apreciação Musical em Sala de Aula
Ação de curta duração | Presencial
4 horas 25-06-2026Auditório da Escola Secundária Jorge Peixinho
Professores do GR: 100, 110, 240, 250, 600, 610, 910, e/ou outros docentes interessados.
Saber mais...Formador: Professor Miguel Nabais Pernes
Graus académicos: Mestre
Objetivos: Para além do objetivo geral de partilha, reflexão e simulação de processos e estratégias de trabalho para as valências do Pré-Escolar e do Ensino Básico no domínio da Sensibilização para a Música Erudita, estabelecem-se os seguintes objetivos específicos:
(1) apresentar formas de estruturação de estratégias de trabalho nos vértices da audição, interpretação e criação, como pontos-chave para uma educação musical plena, a pretexto da exploração dos repertórios construídos para este fim;
(2) garantir uma apropriação dos impactos da Audição Musical Ativa e Participada no âmbito do desenvolvimento de competências para a compreensão musical da criança;
(3) partilhar ferramentas de trabalho consistentes para a exploração de repertórios ricos de conteúdo e para a construção autónoma de abordagens paralelas por parte dos profissionais da educação. Programa temático da ação: A ação de formação de curta duração proposta diferencia-se por apresentar ao vivo o repertório do Quinteto de Cordas da Orquestra Sinfónica de Lisboa. Serão 4 horas frutíferas - 2 horas de contexto teórico, onde se explica de forma académica e fundamentada os benefícios da Audição Musical Participada do ponto de vista das aprendizagens significativas, comparativamente a abordagens tradicionais + 2 horas de prática simulada, onde se desenvolvem atividades contributivas para a compreensão da estrutura de uma peça musical como um objeto artístico uno e lógico - que terminarão com a apresentação da Aula-Concerto do Quinteto de Cordas. Os formandos presentes compreenderão através da experiência ao vivo, aquilo que nunca um projeto escrito proporcionará, por muito que se muna de registos audiovisuais.

Escolas em rede: práticas colaborativas e recursos
Ação de curta duração | E-learning
3 horas 18-06-2026Plataforma Zoom
Docentes do Ensino Básico e Secundário
Saber mais...Formadores: Prof.ª Ana Sofia Cabrita e Prof.º Doutor Carlos Simões
Graus académicos: Mestre e Doutoramento.
Objetivos:
- Compreender a importância das redes colaborativas e seu enquadramento teórico;
- Identificar modelos de colaboração em rede entre escolas, benefícios e constrangimentos;
- Redes colaborativas como recurso ao desenvolvimento profissional docente: formação em contexto, a partir das práticas e necessidades reais.;
- Distinguir práticas de simples partilha de materiais de práticas colaborativas assentes no diálogo profissional, na reflexão conjunta e na construção/adaptação de recursos;
- Reconhecer os recursos educativos como instrumentos pedagógicos, objetos de reflexão, reutilização, melhoria e memória coletiva da escola;
- Refletir sobre o papel das tecnologias digitais enquanto meios de apoio à comunicação, à coautoria e à sustentabilidade das redes colaborativas;
- Identificar possibilidades concretas de reforço do trabalho em rede no contexto da escola/agrupamento, a partir das práticas, recursos e necessidades reais dos docentes.
Programa temático da ação:
Fundamentos das redes colaborativas:
Conceitos, princípios, características, políticas educativas e enquadramento nacional.
Modelos de trabalho colaborativo:
Comunidades de prática, redes de inovação, parcerias inter-escolas, projetos europeus.
Recursos e plataformas digitais:
Ferramentas de comunicação, coautoria, partilha e repositórios de práticas.
Trabalho em rede, colaboração docente e recursos educativos:
Trabalho em rede como processo de circulação de conhecimento profissional entre docentes. Distinção entre partilha, cooperação e colaboração. Recursos educativos como objetos de diálogo pedagógico, adaptação, reutilização e memória coletiva da escola.
Possibilidades de reforço do trabalho em rede no contexto da escola/agrupamento:
Identificação de práticas já existentes, recursos disponíveis e necessidades reais dos docentes. Estratégias para tornar a colaboração mais intencional, regular e sustentável, promovendo a partilha orientada de recursos e a construção conjunta de respostas pedagógicas.

Ana Sofia Cabrita

Educação Artística - Artes Visuais e Recursos Educativos (DEA I)
Curso de Formação | Presencial
25 horas 29-05-2026 a 30-06-2026EB Joaquim de Almeida - Montijo
Professores dos grupos de recrutamento 100 e 110

Ana Paula Muacho

Suporte Básico de Vida e Primeiros Socorros em Contexto Escolar - CANCELADA
Curso de Formação | Presencial
25 horas 25-05-2026 a 08-06-2026Auditório da Escola Secundária Jorge Peixinho
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Saber mais...Os acidentes, lesões ou doenças podem acontecer subitamente. O conhecimento de Primeiros Socorros assim como das técnicas de Suporte Básico de Vida, são de uma importância vital para a vítima. A Escola é um local onde amiúde acontecem situações como as descritas anteriormente pelo que a formação nesta área para Professores (e não só) torna se imprescindível, para toda a comunidade educativa. Assim esta ação torna-se premente face à evolução das enologias de resposta aos contextos escolares que exigem suporte básico de vida e primeiros socorros eficazes, ação que cumpre estes objectivos procurando também ir ao encontro da exigência e apelo dos próprios professores que sentem necessidade de adquirir competências que lhe permitam agir numa situação de emergência na escola e na sua vida quotidiana.
Objetivos a atingir: O curso permitirá que o professor crie e desenvolva as suas competências em suporte básico de vida e primeiros socorros, pela concretização dos seguintes pressupostos: Interpretar e descrever a cadeia de sobrevivência. Identificar sinais vitais relacionados com a paragem cardiorrespiratória (PCR) e AVC. Descrever, interpretar e aplicar técnicas de Suporte Básico de Vida (SBV) de acordo com o algoritmo em vigor. Identificar e reconhecer os sinais de obstrução da via aérea por corpo estranho. Identificar, interpretar e aplicar técnicas de permeabilização/libertação das vias aéreas segundo o algoritmo em vigor. Conhecer e aplicar os procedimentos dos primeiros socorros em situação de hemorragias, feridas, queimaduras, lesões na cabeça, pescoço e/ou tronco, lesões nos ossos, músculos e articulações e intoxicações.
Conteúdos da ação: O curso de formação, tem um total de 25 horas, as quais serão distribuídas pelos seguintes conteúdos: -Apresentação Documentação Ice Breaking Games Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM) e Princípios Básicos do Socorrismo • Os 4 Passos em Primeiros Socorros • SUPORTE BÁSICO DE VIDA • Verificação da Consciência • Abertura das vias aéreas • Verificação da Ventilação • Compressões Torácicas (RCP) • Posição Lateral de Segurança (PLS) • Bebés e crianças • Obstrução da via aérea • PRIMEIROS SOCORROS • Hemorragias • Hemorragias pelo nariz • Feridas • Queimaduras • (revisão de conteúdos) • PRIMEIROS SOCORROS • Lesões na cabeça (TCE) • Lesões no Pescoço e/ou no Dorso (TVM) • Lesões nos ossos, músculos ou articulações • Imobilizações • PRIMEIROS SOCORROS • Intoxicações • Dor Precordial (EAM) • Acidente Vascular Cerebral (AVC) • Prevenção de doenças vasculares • Revisão dos Conteúdos • Simulações práticas • Análise de casos práticos e ocorrências quotidianas • Avaliação

Sandra Marta Nóbrega

A Inteligência Artificial em contexto escolar: Aplicações Concretas nas práticas Pedagógicas
Oficina de formação | B-Learning
50 horas 19-05-2026 a 07-07-2026Sessões Presenciais (Escola Secundária Poeta Joaquim Serra) - Sessões síncronas (Zoom/Moodle)
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Saber mais...A transformação digital na educação não é apenas um desafio — é uma oportunidade decisiva para promover aprendizagens significativas, personalizadas e alinhadas com os desafios da escola atual. A Inteligência Artificial (IA) tem o potencial de ajudar a transformar as práticas educativas. A integração crítica e estratégica das novas tecnologias e da IA pode ser um passo qualitativo de transformação das dinâmicas de aprendizagem, das metodologias usadas e de práticas avaliativas inovadoras, tornando-as mais inclusivas, participativas e alinhadas com o PASEO e as exigências da escola de hoje e do futuro. Atualmente, os LED são também uma oportunidade, em termos de espaço e ferramentas, para a implementação de cenários de aprendizagem com recurso à IA.
Objetivos a atingir:
Experimentar ferramentas de IA aplicadas à educação e à avaliação. Conceber e experimentar estratégias metodológicas com integração da IA. Analisar criticamente o impacto da IA nas aprendizagens. Desenvolver recursos pedagógicos personalizados com apoio da IA. Planificar e implementar momentos de avaliação formativa assistida por IA.
Conteúdos da ação
1. Explorar para compreender: Introdução à IA na Educação. Breve enquadramento teórico e contextual. Reflexão sobre mitos da IA. Debate orientado: “IA na Educação – ameaça ou oportunidade?”
2. Ferramentas de IA Generativa para Apoio ao Ensino e Aprendizagem Exploração orientada de ferramentas (ChatGPT, Gemini, Curipod, etc.). Dinâmica: Rotação por estações com desafios específicos (ex: “Criar um plano de aula com IA”, “Gerar um quiz personalizado”, “Desenhar um recurso visual com IA”). Partilha em grande grupo das soluções criadas.
3. A IA nas Metodologias Ativas Análise de exemplos práticos de integração da IA em metodologias como aprendizagem por projeto, sala de aula invertida, aprendizagem baseada em problemas. Laboratório Pedagógico: Criação colaborativa de um cenário de aprendizagem com incorporação de IA. Peer review das propostas.
4. Avaliação com IA: Formativa e Personalizada Exploração de ferramentas que apoiam a avaliação Estudo de exemplos práticos: como detetar plágio com IA ( Turnitin; Ephorus, Copy tracker, Copyscape, Praise, etc...) / como gerar feedback automatizado. Sessão prática: Planear uma atividade de avaliação com apoio da IA.
5. Ética, Privacidade e Pensamento Crítico na Utilização da IA Dilemas Éticos com IA em contexto escolar. Elaboração de um mini código de conduta para uso responsável da IA com alunos. Discussão orientada: “Que lugar damos ao pensamento crítico e à criatividade na era da IA?”.
Os Critérios de Seleção para a frequência de formação no Cenforma, são operacionalizados com base na seguinte escala:
* São admitidos em 1º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas so Cenforma, por indicação das direções dos AE/ENA, nos casos em que existam projetos de formação centrados na(a) escola(s).
* São admitidos em 2º lugar, os docentes em exercício de funções nas escolas associadas ao Cenforma, por ordem de inscrição;
* São admitidos em 3º lugar, os docentes em exercício de funções noutras escolas públicas, por ordem de inscrição.
(Critérios aprovados em reunião de conselho de diretores de 4 de março de 2025).

José Jorge Ferreira

Nuno Jorge Lavrado

Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino de Português (1.º Ciclo do Ensino Básico)
Oficina de formação | B-Learning
50 horas 04-05-2026 a 02-07-2026Sessões Presenciais (Agrupamento de Escolas Pegões Canha e St.º Isisdro) - Sessões síncronas (TEAMS)
Professores do grupo de recrutamento 110
Exclusivo para os agrupamentos: Agrupamento de Escolas de Pegões, Canha e Santo Isidro, Montijo

Marisa Cristina Costa

Paula Alexandra Melo
de resultados.

